Nunca fui muito boa com diários.
A possibilidade de ter algo físico em que pudessem acessar meus devaneios e segredos sempre me apavorou.
Relutei até o último instante e acabei por me entregar ao velho hábito da escrita. Mas canetas e papéis não conseguem me acompanhar. Então, eu fiz um blog.
O primeiro, nasceu em 2009. E desde então eu não parei.
Mas a Débora de antes não mais existe. Morreu e renasceu incontáveis vezes.
E cá estou: renascida.
Contudo, dessa vez foi diferente.
A morte foi tão profunda e intensa, tantas transformações, que não posso mais conter as novidades que me transbordam.
Hoje, encaro no espelho um novo Eu desconhecido, intrigante e com sede de viver.
Não sei quais aventuras serão descritas nessas páginas em branco, mas vou amar preenchê-las.
Sem mais delongas,
Senhoras e Senhores,
Lhes apresento:
O Diário dos Ressignificados.
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